Kitembú Digit@l: Um olhar tecnológico sobre São Tomé e Príncipe

21.10.09

Kitembú na nossa língua significa quando um grupo de pessoas se agrupam para obter feitos maiores. E foi precisamente neste enquadramento, que eu e outros participantes vindos de outros cantos do mundo, como Cabo Verde e Brasil, nos reunimos para poder oferecer a este país, que se encontra na fase de arranque tecnológico, as nossas realidades e experiências tecnológicas. No meu caso concreto o OpenOffice.org.

 

O Kitembú Digit@l, a primeira conferência tecnológica a realizar-se em São Tomé, foi uma conferência dedicada maioritariamente ao eGov, situação actual e passos futuros. A conferência permitiu perceber pelas palavras do Dr. Olinto Daio, presidente do INIC, que São Tomé já deu o pontapé de saída para a inovação tecnológica, mas também deixou a perceber que ainda existe um longo caminho a percorrer nesta área. Olinto Daio falou não só do papel da tecnologia na redução da máquina burocrática do estado, mas também como pode reduzir custos dessa mesma máquina, e sobre este último tema, a sua resposta foi tendencialmente recorrendo ao software livre. Já o Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Dr. Joaquim Rafael Branco, referiu-se à importância fundamental que a tecnologia possui no desenvolvimento de qualquer país do mundo, mas que este desenvolvimento terá que ser, acima de tudo, um desenvolvimento sustentável e enquadrado na realidade social de São Tomé.

 

De facto, São Tomé debate-se com variados problemas no seu quotidiano, como as quebras constantes de energia eléctrica (e sabemos o quanto os aparelhos eléctricos são avessos a estas quebras), vias de comunicação degradadas, bem como outros problemas de cariz social que afectam as populações.

 

Tive a oportunidade de trocar impressões com diversos santomenses e percebi que existe uma bipolarização bastante acentuada entre a questão da inovação tecnológica versus desenvolvimento dos pilares de sustentação da nação. Existe quem acredite que o desenvolvimento de São Tomé passa essencialmente pela inovação tecnológica e existe quem considere uma afronta investir em tecnologia quando São Tomé tem tantas outras carências por combater, como saneamento, vias de comunicação, etc. Eu tentei centrar-me no meio desta discussão e fazer um pouco o papel do diabo.

 

É evidente que não se pode fechar os olhos aos problemas de base que afectam São Tomé, mas também é verdade que o desenvolvimento tecnológico pode de facto, facilitar a vida dos santomenses, quer desfocalizando serviços da capital, quer pela geração de emprego nesta área emergente, quer ainda pela aproximação de São Tomé ao resto do mundo através do desenvolvimento de infra-estruturas de rede, e pelas respectivas oportunidades que este desenvolvimento produz na sociedade, trazendo conhecimento e aproximando populações.

 

Mas de regresso ao Kitembú Digit@l, a minha apresentação, que à partida incidia sobre as implementações de sucesso em Portugal, acabou por se tornar num verdadeiro manual de como levar a bom porto uma migração para OpenOffice.org. Acima de tudo tentei transmitir que existem etapas de uma migração que não devem ser descuradas, como a análise de requisitos, a formação, a migração de modelos e documentos, e acima de tudo os timings em que cada uma destas etapas devem ocorrer.

 

O público presente mostrou-se atento e interessado e a prova desse facto foi o mar de questões colocadas após a apresentação. Uma das questões mais polémicas foi sem dúvida relativa à minha afirmação durante a apresentação: “Qualquer migração tem um custo quer seja financeiro ou não” o que também acabou por levantar outras questões pertinentes associadas por exemplo ao retorno do investimento de uma migração. Também os outros participantes da conferência acabaram por dar o seu testemunho sobre as realidades do OpenOffice.org nos seus respectivos países, o que acabou por enriquecer bastante a apresentação.

 

No fim, fiquei com a ideia de que a minha presença contribuiu de facto para desmistificar algumas dúvidas sobre o OpenOffice.org, e explicar como a adopção desta suite pode gerar poupanças num ambiente empresarial, poupanças essas que podem ser canalizadas para os respectivos objectos de negócio de cada empresa.

 

Após a minha apresentação, foi feito o kickoff, pelo Dr. Olinto Daio, da versão personalizada para São Tomé do OpenOffice.org, o STPOffice.org, naquele que foi um projecto coordenado entre a Caixa Mágica Software (e o respectivo agradecimento à Cláudia Patrício) e o governo de São Tomé, com o objectivo de fazer levar à população e empresas  uma suite de office de qualidade e livre de custos de licenciamento.

 

Ainda uma palavra de apreço para com a simpática população Santomense e a sua cultura “Leve leve”, e um abraço especial para o meu guia que me acompanhou durante uma semana, e me apresentou o que de melhor existe em São Tomé mas também a realidade em que grande percentagem da população vive o seu dia-a-dia.

 

Espero que este encontro tecnológico, seja o primeiro de muitos em São Tomé, pois São Tomé precisa destes encontros para o seu desenvolvimento.

 

No fim do congresso fiquei com a convicção que em São Tomé existe condições para que a inovação tecnológica possa crescer de mãos dadas com o desenvolvimento social e estrutural de São Tomé.

publicado por ruifernandes24 às 10:28editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 10:48

Pinguins...em grupo

23.02.09

Um anúncio a viajar em autocarros ou a Linux/KDE/Gnome/OpenOffice Vs  windows7?

 

 

publicado por Tintim às 01:48editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 11:05

OpenOffice.org 3.0 em Português

14.10.08
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org anuncia o OpenOffice.org  3.0
em português.


Lisboa, 13 de Outubro de 2008. A comunidade portuguesa do OpenOffice.org anuncia a versão em português desta aplicação de produtividade já utilizada por 100 milhões de pessoas em todo o mundo, no mesmo dia em que é lançado no resto do planeta.

Para além dos 500.000 Magalhães que incluirão o OpenOffice.org, foram contabilizados em Portugal 520.000 downloads da versão 2 nos últimos 4 meses, o que deixa com uma grande expectativa em relação à adesão à versão 3.

Esta actualização da aplicação de produtividade aberta mais popular em todo o mundo traz melhorias significativas para todos os utilizadores, sejam eles de Windows, Linux, ou fãs da Apple – o OpenOffice.org corre agora também de igual forma na plataforma Mac OS X.

O OpenOffice.org 3.0 é mais que uma simples aplicação de produtividade. Com esta versão os componentes básicos - tratamento de texto, folha de cálculo, apresentações, gráficos, fórmulas e base de dados - podem ser facilmente expandidos através de extensões descarregadas do Repositório de Extensões do OpenOffice.org. Em vez de sobrecarregar artificialmente o produto com tudo o que alguma vez possa interessar a qualquer um dos utilizadores, o OpenOffice.org 3.0 dá às empresas, repartições, escolas, e cidadãos comuns o poder de o configurar à sua maneira.

A liberdade que o OpenOffice traz fez com que a sua popularidade esteja em crescendo. Governo após governo tem adoptado o Open Document Format (a norma internacional suportada pelo OpenOffice.org), e com mais e mais frequência fazem-no mudando para o OpenOffice.org. Com a versão 3.0 a aplicação está ainda mais interoperável com Microsoft Office. Já não há razão para se estar preso a um único produto de Office.

O OpenOffice.org 3.0 está melhor que nunca, e com a capacidade de leitura dos novos formatosdo MS Access 2007 e o suporte melhorado de macros é ainda mais fácil largar o Microsoft Office. E inclui a capacidade única no mercado de abrir, editar e gravar documentos PDF (via extensão).

O OpenOffice.org 3.0 tem um ar renovado, como um novo écran de arranque, novos ícones e maior facilidade de utilização – mantendo contudo um aspecto familiar.

As novas funcionalidades incluem:

Tratamento de texto
* Novo controlo deslizante para fazer zoom, incluindo vistas com múltiplas páginas
* Suporte multi-língua facilitado
* Adição de notas melhorada
* Capacidade de editar documentos em wikis na web

Folha de cálculo
* Aumento da capacidade para 1024 colunas por folha
* Nova ferramenta de resolução de equações (solver)
* Nova capacidade de colaboração entre múltiplos utilizadores

Gráficos
* Capacidade de manejar gráficos do tamanho de posters – até 3 metros quadrados

Apresentação
* Desenhador de tabelas embebido

Extensões
O suporte de extensões do OpenOffice.org está a ter um desenvolvimento explosivo com o OpenOffice.org 3.0. Funções adicionais são publicadas diariamente - suporte para análises de negócio, edição de documentos PDF, criação de documentos de formato híbrido PDF, e um novo modo mais flexível de suportar línguas adicionais.

O OpenOffice.org 3.0 torna mais fácil aderir ao novo mundo da Web 2.0, permitindo que os utilizadores possam criar e editar documentos web e wikis directamente a partir da ferramenta de tratamento de texto.



Versão portuguesa:
ftp://openoffice.caixamagica.pt/stable/3.0.0
Dicionário português:
http://maracuja.homeip.net/software/dict
Guia de novas funcionalidades:
http://www.openoffice.org/dev_docs/features/3.0
Notas técnicas:
http://development.openoffice.org/releases/3.0.0.html
Sítio internacional:
http://www.openoffice.org
Sítio português:
http://pt.openoffice.org
Repositório de Extensões:
http://extensions.services.openoffice.org



Sobre o OpenOffice.org
A Comunidade OpenOffice.org é uma equipa internacional de voluntários e empresas, incluindo a fundadora Sun Microsystems, a Novell, a Red Hat, a IBM, a Google e a Red Flag, que desenvolvem, traduzem, apoiam e promovem a suite de produtividade de código aberto OpenOffice.org.

O OpenOffice.org usa o OpenDocument Format, uma norma internacional (ISO/IEC 26300 ), bem como os formatos de arquivos clássicos, como os do Microsoft Office. Está disponível nas principais plataformas de computação em mais de 80 idiomas.

O software OpenOffice.org é fornecido sob a licença “Lesser GNU Public Licence” (LGPL), e pode ser utilizado gratuitamente, para qualquer propósito, privado ou comercial.


O OpenOffice.org em Portugal
A Comunidade Portuguesa do OpenOffice.org conta com a colaboração de vários voluntários, e das empresas Caixa Mágica Software, Intraneia e Sun Microsystems.
Mantém um sítio em língua portuguesa:
http://pt.openoffice.org
Pode ser contactada através do e-mail:
marketing@pt.openoffice.org
publicado por DarkLord às 09:48editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 11:08

Ante-Estreia do OpenOffice.org 3.0

07.10.08

Dia 8 de Outubro realiza-se em Portugal um evento de ante-estreia do OpenOffice.Org 3.0 com a presença de Louis Suarez-Potts, coordenador mundial da comunidade OpenOffice.org.

Convidamos todos a estarem presentes.

 

Horário: 16:30 -18:30

Local: Auditório B104 do Edifico II do ISCTE, Avenida das Forças Armadas, Lisboa (ver mapa)

 

Agenda:


Intervenções

- Introdução - Rui Fernandes, Community Lead OpenOffice.org PT

 

- Porque é que o Software Livre funciona - Louis Suarez-Potts, Community Manager OpenOffice.org

 

- As novidades no OpenOffice.org 3.0 - Nuno Rua, autor do livro "OpenOffice.org - O Office Livre"

 

- Casos de sucesso do OpenOffice.org - Louis Suarez-Potts, Community Manager OpenOffice.org

 

Acontecimentos

 

-Lançamento do Concurso de Fotografia “OOo”

 

-Ante-estreia de livro "OpenOffice.org - O Office Livre"

 

-Comemoração do 8º aniversãrio do OpenOffice.org

 

publicado por DarkLord às 15:29editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 11:08

Conferência do OpenOffice.org em Barcelona

28.09.07

Terminou dia 21 de Setembro a conferência anual do OpenOffice que este ano se realizou em Barcelona e na qual eu (Rui Fernandes) e o Paulo Vilela (do marketing da Sun) estivemos presentes. este evento anual teve como principal objectivo não só a divulgação do projecto OpenOffice.org como também mostrar os mais recentes desenvolvimentos nesta suite de escritório, nomeadamente com a nova versão 2.3.


 

Nos pontos seguintes irei tentar sintetizar o que de mais importante foi referido nas mais de 70 sessões que ocorreram durante estes três dias em Barcelona. Infelizmente muitas destas sessões ocorreram paralelamente o que invalidou a nossa presença em algumas delas.


OpenOffice.org em números


  • Mais de 100 milhões de downloads

  • Mais de 100 linguagens disponíveis

  • Mais de 350 entidades que fornecem suporte profissional e consultadoria

  • Milhares de pessoas em todo o mundo contribuem para o OpenOffice.org

  • Na versão 2.3 o carregamento de folhas de cálculo sofreu melhorias na ordem dos 12857%


O que há de novo na versão 2.3 do OpenOffice.org


Este era um dos temas obrigatórios na conferência, e apesar de muitos dos melhoramentos efectuados serem ao nível da optimização do código fonte, aqui ficam algumas das novas funcionalidades visíveis a “olho nu”


  • Writer

- Uma das funcionalidades com maior impacto é o facto de ser possível exportar um documento de texto para uma página do (media)wiki


- Caso um parágrafo se encontre numa língua diferente da documento ele é reconhecido ao correr o corrector ortográfico

- Mail merge

- Melhoramentos nas smart tags

- Os links abrem agora com ctrl + clique e é possível editar os links de uma forma mais lógica.


  • Calc

- Criação de gráficos de uma forma mais simples e lógica (2D e 3D)

- Adicionados novos tipos de gráficos

- A aparência visual dos gráficos foi melhorada com uma nova palete de cores

- Melhoramentos no DataPilot


  • Base

- Maior suporte para os atalhos do teclado

- Está disponível uma extensão para a criação de relatórios personalizados


  • Draw

- Melhorias substanciais a nível de código

- É agora possível exportar imagens .png para html


Migrações para OpenOffice


Apesar das inúmeras sessões relativas às experiências de migrações relatadas por entidades e administração pública (Japão, Catalunha, Dinamarca, entre outras) de alguns países que estiveram presentes na conferência, a sessão “Why are you doing this to me” foi das que mais despertou atenção. O orador relatou os problemas mais comuns que surgem numa migração e apresentou sugestões de como ultrapassá-las. Assim, a receita para uma boa migração:


  • Elaborar um plano de migração realista – definir datas, recursos financeiros, número de utilizadores, número de instalações, etc...

  • Identificar antecipadamente eventuais problemas que possam surgir antes, durante e após a migração -> Elaborar um plano de contingência


    Exemplo: Um dos modelos não foi convertido para o formato OpenOffice.org -> Garantir que pelo menos uma máquina ainda possui o MS Office.

  • Elaborar um plano de comunicação (evitar situações do tipo “Amanhã a sua máquina será migrada e já só trabalhará com OpenOffice.org”). É necessário fazer transparecer aos utilizadores que a migração ocorre de uma forma natural, prevista e calculada e tendo em conta que os utilizadores necessitam de tempo para:

  • esclarecerem as suas dúvidas

  • organizarem os seus documentos

  • informar os técnicos de situações pontuais como documento complexos (com scripts complexos ou formulários Access por exemplo)


  • Converter todos os modelos de documentos para o formato do OpenOffice.org

  • Garantir que no final da formação dos utilizadores o OpenOffice.org já se encontra instalado nas máquinas e sem o MS Office instalado.

  • Garantir a presença de um técnico sempre que o utilizador o solicitar e mostrar calma e controlo perante um problema de resolução mais difícil.

  • Criar novas funcionalidades caso seja necessário – Neste caso, o orador teve necessidade de criar uma toolbar com os ícones Enviar como .doc e Pré-visualizar como .doc.


O orador referiu ainda as migrações de OpenOffice.org que coincidem com a migração de Sistema Operativo (geralmente para Linux). Duas ideias a reter:


  • A nível de Hardware – Qualquer entidade deverá apenas adquirir hardware que seja bem suportado no maior número de SO's existentes no mercado (Windows, Linux e Mac) por forma a garantir a sustentabilidade da migração. Qualquer hardware que seja suportado actualmente também o será no futuro.

  • A nível de Software - Quer haja migração ou não do sistema operativo, o desenvolvimento/adopção de aplicações deverá passar pela utilização de linguagens/software aberto, ou seja, mesmo que uma entidade hoje não pense em migrar os SO's, ao adoptar esta política não fecha as portas a quem o queira fazer no futuro tornando mais fácil e transparente o processo de migração. Esta política já é adoptada na Europa por algumas entidades e administração Pública de alguns países.


O Exemplo Chinês – RedFlag 2000


Num país que conta já com mais de 80 milhões de computadores e com um crescimento anual que ronda os 20 milhões de PC's, o caso chinês acabou por ser uma das principais atracções desta conferência. A suite RedFlag 2000 é o exemplo vivo de que localização não é apenas tradução e acusa o MS Office de desrespeitar os valores e a cultura chinesa na suite que disponibiliza. Num país em que muitos dos seus habitantes nunca ouviram falar do MS Office, o crescimento do RedFlag 2000 tem sido constante e sempre apoiado pelo governo chinês.


Apresentações dinâmicas com o Impress


Foi a sessão que mais me cativou. Para tentar mostrar o porquê, imaginem uma televisão no aeroporto que indica as partidas dos aviões; agora tentem imaginar que por trás desse ecrã está a aplicação Impress a correr com apenas um diapositivo que refresca de 30 em 30 segundos carregando dados a partir de uma base de dados MySQL. Está tudo dito ... Fantástico.


OpenOffice e a integração com CMS


Foi também um dos temas que me levantou mais curiosidade (uma vez que já passei por este tipo de problemas). De facto, assisti a uma demonstração da integração do OpenOffice num Sistema de Gestão de conteúdos em que um documento de texto do OpenOffice.org (neste caso uma notícia) devidamente formatada (com cabeçalhos, corpo de texto, etc bem definidos) ao ser copiado para a pasta de um servidor web é automaticamente convertido em html e um utilizador ao consultar a página lê a notícia devidamente formatada num web browser. Também é possível executar o caminho inverso, ou seja, a partir de uma notícia html é possível exportá-la para OpenOffice.org sem perder as formatações do documento.


Outra sessão interessante (mas a qual não assisti por decorrer paralelamente com outras sessões) foi a integração do Alfresco no OpenOffice.org.


Desenvolvimento do OpenOffice.org


Por ser um tema bastante técnico não me vou alongar muito, mas assisti a algumas apresentações relativas ao desenvolvimento do OpenOffice.org e de como criar extensões para o mesmo. Uma das agradáveis surpresas é o melhoramento substancial na integração do módulo OpenOffice no Netbeans que torna muito mais fácil a criação de novos componentes para a suite OpenOffice.org.


ODF toolkit


Foi um dos assuntos mais falados e foi alvo de quatro sessões nesta conferência. O ODF toolkit encontra-se em fase de desenvolvimento, e é uma nova framework multi-plataforma que promete revolucionar toda a arquitectura do OpenOffice.org ao mesmo tempo que facilita o desenvolvimento quer do OpenOffice.org, quer de aplicações futuras. Um dos objectivos desta framework é separar por completo o core do OpenOffice e o seu interface gráfico. De facto, estes dois módulos estão demasiado presos um ao outro, o que torna o OpenOffice num sistema quase monolítico (por exemplo, se queremos instalar apenas o Calc teremos de instalar praticamente todas as bibliotecas). De notar que esta framework é independente da suite OpenOffice.org, ou seja, podemos por exemplo desenvolver um novo processador de texto de raíz usando esta framework, ou até mesmo, abrir, editar e gravar ficheiros a partir de uma consola.


Áreas de aposta do projecto português do OpenOffice.org para o futuro

publicado por ruifernandes24 às 15:19

O sitio para saber e falar de O.O.

02.06.07

O Rui lançou o Look2OO.
O LooK2OO é um portal cujo o objectivo é centralizar notícias e eventos relativos ao mundo do OpenOffice em português.Este portal incluí uma secção de FAQ (Perguntas e Respostas mais frequentes), tutoriais e dicas em que qualquer utilizador registado poderá contribuir com o seu conhecimento para uma comunidade que, em Portugal e no mundo, cresce a um ritmo bastante acelerado.

Neste site, o utilizador de OpenOffice encontrará ainda um Forum onde poderá colocar as suas dúvidas relacionadas com a instalação, configuração e utilização do OpenOffice nas diferentes plataformas para os quais esta suite de produtividade está disponível (Windows, Linux e MacOS).

Este página poderá ser acedida a partir do endereço www.look2oo.org.

Força Rui!

publicado por pinguinsmagicos às 22:50editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 11:50

Thesaurus do OpenOffice e comunicação...

29.04.07


Depois de instalar o OpenOffice 2.2 (não o oficial da CM porque ainda não o disponibilizámos... mas instalei o do openoffice.org... e apenas porque precisei por causa de um orador do evento Linux 2007) fiquei sem dicionários.
Lembrei-me que o Laurent Godard da Mandriva tinha-me demonstrado o Wizard que ele criou para se instalar facilmente dicionários.
Simples: Ficheiro -> Assistentes -> Instalar novos dicionários.
Instalou num instante e, lá no meio, foi buscar o dicionário de sinónimos.
O dicionário de sinónimos é obra do Rui Fernandes, nosso colega na Caixa Mágica / ADETTI, e pode ser melhorado (o dicionário, não o Rui) colaborativamente no site OpenThesaurus.
Esta é uma iniciativa importante. Toca a divulgar e a carregar sinónimos.

publicado por pinguinsmagicos às 22:02editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 11:34

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