VII Encontro Nacional de Tecnologia Aberta

28.09.09

No dia 24 Setembro decorreu pelo 7º ano consecutivo o Encontro Nacional de Tecnologia Aberta, realizado no Lispólis.

 

Este ano, contou-se com cerca de 350 participantes e as apresentações do evento ficaram a cargo da CENATIC, Caixa Mágica, Sybase, Scalix, Red Hat, Novell, Iportal+, ANSOL, KDE Team e DRI.

 

O debate foi marcado por uma interacção interessante e participativa, entre oradores e plateia.

Durante a tarde, decorreram várias Cool Sessions.

 

O Evento deste ano, culminou com a entrega de Prémios ESOP e com a Assinatura de um Memorando de intenções Open E-School.

 

Partilho convosco 4 fotos do Evento e se assistiram a este evento partilhem a V. opinião.

 


Foto 1. Caixa Mágica Software


Foto 2. Auditório


 

Foto 3. Prémios ESOP

 

Foto 4. Assinatura de Memorando de Intenções Open E-School

publicado por SandraCastilho às 14:55editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 10:50

Um pinguim a tentar chegar à Antárctida...

27.09.09

Vamos lá apoiar o Luís a ir à Antárctida.

Solidariedade de  Pinguins!

Para votar, seguir o Link. Faltam 3 dias..

 

publicado por Tintim às 22:43editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 10:50

"O Adepto" (BlogConf Remix) - final

16.09.09

Aqui fica  o Remix final d' "O Adepto" by José Socrates.

 

 

 

Feito para o Linux 2009TEDx.

publicado por Tintim às 22:15editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 10:50

Governo de A a Z, de 0 a 20. Uma perspectiva Livre e Aberta.

07.09.09

 

Twittâmbulo (para quem já só consegue ler 140 caracteres): este artigo faz uma avaliação dos últimos 4 anos de governo em termos de TIC, numa perspectiva sectorial Open Source.

Disclaimer:

  1. Independência: ninguém é verdadeiramente independente. Escrevo este artigo após já ter criticado forte o PS (1,2) e ter elogiado o anterior governo PSD (3) nas crónicas do JN / 24 horas.
  2. Subjectividade: este texto é subjectivo. Não sou jornalista e escrevo com toda a carga subjectiva do que sou e do que faço. A melhor manifestação de interesses que posso fazer é sugerir a leitura de outros posts meus neste blog.
  3. Objectivo. A liberdade de expressão não só é um direito como, em certas ocasiões, é um dever. Esta é a minha opinião sobre uma área que conheço e que me sinto confortável para avaliar. Penso que seria sinal de maturidade ler de protagonistas de outros sectores (saúde, justiça, seg. social,...) opiniões sobre o melhor e pior destes 4 anos.
  4. Autoria. Este artigo representa a minha opinião e não vincula, como é óbvio, outros autores deste blog ou a comunidade de Software Livre / Aberto.

 

A
de Assembleia da República

5 Uma importante iniciativa, "Software Livre no Parlamento", defendida pelo deputado Bruno Dias (PCP), foi aprovada com os votos de todos os partidos políticos. Em 2007. Passados dois anos, o site continua sem formatos abertos, a AR com Software Livre de forma residual,... Se nem a AR respeita o que os deputados decidem, espera-se que o resto do país o faça?

 

 

 

 

 

A
de ANCP

13 A Central de Compras do Estado há anos que era fonte de abusos e ineficácias. A Agência Nacional de Compras Públicas, entre outros, lançou e concluiu o Acordo Quadro de Licenciamento de Software. Paradoxo, o Software Livre não se licencia, mas houve um cuidado desde o primeiro momento em contemplar a oferta de SL/A. Não é claro se conduzirá ou não a uma maior adopção por parte da AP mas os próximos tempos o dirão.

 

B
de Blogs

15

Como aqui se referiu, a BlogConf juntou José  Sócrates e bloguers com diferentes interesses.

Falou-se de Software Livre, do potencial, na sua inclusão no Magalhães e dos protocolos assinados por 7 ministros.

No final, e depois de 3 1/2 horas, o PM estava mais fresco que os bloguers. Não fosse o fait-divers da transmissão, a nota era mais alta.

 

 

C
de Ciência

14

O Ministério da Ciência foi o ministério que teve menos cortes orçamentais. Contudo, mais dinheiro nem sempre é mais realização.

Mariano Gago, apesar dos handicaps reconhecidos, conseguiu levar para a frente iniciativas que foram francamente positivas. Destaco duas: programa dos 1.000 doutorados e a transformação das universidades em fundações. Menos consensual o programa MIT / CMU / ... com as posições dividas.

Não fosse a crise com os professores do Politécnico, injustamente tratados, e a nota era outra.

 

E
de Educação

16

O Ministério da Educação teve um erro de "casting" com o CRIE e isso custou a disciplina de TIC no 10º ano (com os secretários de estado divididos sobre esta má decisão).

Após o CRIE perder a autonomia, e mudarem-se cabeças, as coisas melhoraram francamente e  foi um importante e eficaz motor da disseminação do Software Livre na educação. Por outro lado, na infra-estruturas das escolas foi contemplado sempre Software Livre  nos programas estruturantes como o Kit Tecnologico da Educação, Redes (EdgeBox) e e-escolas / e-escolinhas. Foram decisões nem sempre fáceis, imagino, mas sempre assumidas. Tive oportunidade de testemunhar que este reconhecimento do Software Livre foi desde o início também assumido pela própria ministra.

 

 

E
de E-escolas

18

"Porquê apenas se vendem portáteis com Windows?" Porque não há alternativa nas lojas.

O programa e-escolas veio demonstrá-lo. Uma alternativa Linux bem pensada foi escolhida por 50.000 alunos.

No global, este programa massificou o acesso de alunos e professores a PCs e Internet modificando a forma como os nossos jovens encaram o futuro. Em conjunto com o Magalhães, é inevitável que estão melhor preparados e com outras ambições.

 

 

 

G
de GCompris

8

A polémica com os erros do GCompris, levantada pelo semanário Expresso foi resultado de um conjunto de erros sucessivos.

Antes de mais, nosso, da Caixa Mágica, por no dado curto espaço de tempo que tínhamos para preparar o Magalhães, não termos feito um eficaz controle de qualidade. Do próprio projecto que à data não tinha melhores traduções. E dos jornalistas, que sempre elogiando a Wikipedia, não perceberam que também o software tem de ser gradualmente melhorado e que a Internet também existe para updates.

 

 

 

I
de
Interopera-
bilidade

6

Esta foi porventura a área onde se fez menos nesta legislatura. A interoperabilidade entre serviços é essencial bem como o acesso dos cidadãos aos dados.

Muitas vezes, a solução da interoperabilidade é manter as coisas simples. Usar Standards.

Grandes frameworks de interoperabilidade acabam por consumir muitos recursos e ter resultados limitados. Melhorar a interoperabilidade é garantir que a troca de dados entre serviços da AP funciona bem (expôr APIs é capaz de ajudar) e que de fora são visiveis os dados e estatísticas.

 

I
de Inglês

15

Já repararam que não existe país da Europa, com a excepção dos Ingleses e Irlandeses, que fale tão bem inglês como os holandeses? Vantagem competitiva neste mundo em que o Inglês é lingua franca.

O Inglês para crianças do 1º ciclo básico é uma ferramenta importante. Mesmo com problemas de operacionalização, foi uma batalha ganha.

 

 

L
de conteúdo Livre

16

Os conteúdos abertos beneficiaram de intervenção governamental na tradução apoiada pela UMIC, com uma dedicação especial de Pedro Ferreira, da licença Creative Commons para português.

Já aprovada, a tradução confere a hipótese de escolhermos como queremos partilhar o material que produzimos. Mais Crowdsourcing. Mais Remix.

 

 

 

 

M
de Magalhães

18

O que nos distingue como país? Custa-me a ouvir "sol",  "praias" e "golf" como resposta.

Gosto de acreditar que nos conseguímos unir e apostar na Geração Magalhães, não diferenciando pobres e ricos, interior e litoral.

Certamente que muito há a fazer. Mas este é um grande projecto que deve ir para além do hardware, que deve ir para além de um governo.

 

 

 

 

O
de
OOXML

4 O OOXML é o formato da Microsoft para guardar documentos no Office2007, tendo sido proposto a Standard tal como já tinha sido feito e aceite pelo formato ODF (OpenOffice). Há 2 formas de especificar um standard: para que outros o possam usar ou para dificultar que outros o utilizem. A Microsoft escolheu a última com o objectivo de manter o seu monopólio nos desktops com Windows + Office. Por todo o mundo comités reuniram-se para o votarem. Em muitos sitios foram chumbados. Em Portugal por 13-7 foi favorável à Microsoft reflectindo  porque a Microsoft Portugal continuar a ganhar prémios de melhor subsidiária.

 

 

 

 

P
de Protago-
nistas

17

Uma legislatura é feita de pessoas. Os protagonistas são a parte visível de equipas. Umas atingem os objectivos, outras não. Para quem não conhece, aqui fica algumas das pessoas que nos bastidores ou no palco fizeram a diferença pela positiva.

Mário Franco foi o principal responsável do programa e-escolas e e-escolinhas através da FSI / MOPTH. Nas areias movediças de programas tão mediáticos, existiram pontos bons e maus.

Mas dificilmente deixa alguém indiferente. Bem gerido operacionalmente, transmitiu a visão "acima" e soube aliar-se à indústria para o concretizar. Parece fácil depois de feito...


João Tiago Silveira, SEJ, fez a diferença em muitas áreas e nas TIC foi uma delas. Programas de sucesso do governo como Empresa na hora, modernização dos tribunais, etc...  arrancaram do seu gabinete, mexendo máquinas pesadissimas que só no MJ se encontram. Pedradas no charco que com mais distância o deixarão bem na fotografia.

João Trocada Mata, director do GEPE, com o apoio de João Pedro Ruivo,  foi o responsável do Min. Educação pela operacionalização dos projectos do Plano Tecnológico da Educação.

Tanto pela dimensão dos projectos, como pelo ministério em que se encontra, não é tarefa fácil. Penso que geriu bem um equilibrio dificil entre interesses existentes e o interesse público.

Carlos Zorrinho não foi o primeiro responsável do Plano Tecnológico mas é o que ficará para a história. Batendo certamente o recorde de presenças em eventos, foi a "cola" necessária que garantiu que iniciativas aparentemente díspares tivessem o mesmo "selo" Plano Tecnológico.

Politico. Professor. Alentejano. Sportinguista. Não necessariamente por esta ordem.

 

 

 

 

S
de Sócrates

14

De José Sócrates, como pessoa, duas suspeições o ensombram. A honestidade (por via do caso Independente e Freeport) e o feitio arrogante.

Na BlogConf tive oportunidade de trocar algumas impressões directamente e fiquei com uma opinião positiva. São meros minutos mas que chegam para acreditar que determinação e arrogância são facilmente confundidos.

 

 

 

 

T
de Super Tux

18

A "killer application" do Magalhães é o SuperTux, jogo de plataformas Open Source.

As crianças arrancam em Linux Caixa Mágica muitas vezes para o jogar. Se o modelo SL/A por vezes nos falha (ver GCompris), noutros nos surpreende. É certamente o pior de todos os modelos de desenvolvimento de software, excepto todos os outros.

 

 

 

 

 

 

publicado por Tintim às 03:52editado por Fábio Teixeira em 12/10/2010 às 10:51

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